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O antigo jogador do Barcelona e da selecção brasileira está a contas com a justiça do seu país e poderá ver seus compromissos falharem, em virtude de estar proibido de viajar, uma vez que o seu passaporte está apreendido.

O juiz Newton Fabrício, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, foi o responsável pela apreensão do passaporte do Ronaldinho e do seu irmão Assis Morreira.

Os dois estavam fora do Brasil quando a decisão foi tomada e anunciada em Novembro passado, e quando retornaram ao país depois de uma digressão pelo mundo, onde o jogador cumpria compromissos publicitários, em Dezembro, viu o passaporte confiscado.

A multa de dois milhões de euros, que equivale a pouco mais de 130 milhões de meticais, é referente à infracção de leis ambientais na construção das instalações do Instituto Ronaldinho Gaúcho, localizado na zona sul de Porto Alegre. Inaugurada em 2007, a organização atendia cerca de 500 crianças e adolescentes com idades entre 7 e 16 anos e encerrou suas actividades em 2010.

A justiça brasileira entrou em contacto com Ronaldinho e seu irmão diversas vezes para que a multa fosse paga, porém sem obter nenhum sucesso. Após essa série de contactos, o Fisco teve acesso às contas bancárias do ex-jogador e encontrou apenas seis euros no seu saldo, equivalente a 400 meticais.

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